Pois é a família o ambiente primordial em que podemos cultivar sentimentos e qualidades como a generosidade, a lealdade, o respeito, a compreensão, a amizade e a gratidão, e principalmente a valorização do esforço, do trabalho e da dedicação como instrumento para que cada uma atinja seus anseios. Se a saúde e a educação são obrigações do Estado, a promoção da proteção e da valorização da família também são desafios que devem ser enfrentados pelas políticas públicas responsáveis. Somente famílias bem-estruturadas podem dar a base necessária para que os jovens desenvolvam um arcabouço moral que lhes permita reconhecer a importância do respeito aos conceitos de convivência social, dos ideais de vida e civilidade.

Do contrário, a desagregação do seio familiar produz uma sociedade dominada pelo egoísmo, onde a lei do mais forte prevalece sobre qualquer senso de justiça e de solidariedade para com o próximo. E esses valores básicos muitas vezes são desrespeitados por aqueles que deveriam difundi-los. É o que infelizmente vemos, por exemplo, em muitos produtos culturais de massa veiculados pela televisão ou pelo cinema, onde o comportamento violento, hedonista e o prazer sem conseqüências são exaltados não só como moralmente aceitáveis, mas como algo que se deve buscar incessantemente.

Quem não tem oportunidade de crescer em uma família sólida, que possa incutir valores éticos mais elevados, acaba se tornando uma vítima fácil desse tipo de moral distorcida, onde costumes e hábitos culturais são desprezados em nome da satisfação individual imediata. Esse ambiente cria um terreno fértil para a proliferação do alcoolismo, do uso de drogas, da prostituição, das doenças sexualmente transmissíveis, da gravidez indesejada e de outros problemas que atingem principalmente os jovens e adolescentes.

É fundamental que aqueles que são responsáveis pela formulação das políticas públicas tenham em mente a importância de se proteger e defender o papel da família na construção de uma sociedade mais equilibrada e solidária. E que todos nós, nesta confraternização de final de ano, quando reunirmos nossas famílias, procuremos reservar alguns momentos para refletir sobre nossas responsabilidades no enfrentamento desse desafio.

A paz e a justiça no mundo dependem da proteção e do fortalecimento do núcleo familiar. Mas é preciso que todos assumam sua parte nessa missão. Que o espírito natalino ilumine nossos corações e mentes para que façamos deste momento não só um tempo de celebração, mas de aprendizagem e de crescimento espiritual. Que todos os brasileiros possam encontrar em suas famílias, a base de fé e esperança na construção de um mundo melhor, de um futuro mais digno, de uma humanidade mais justa e fraterna.


Fontes:
https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/natal-familia-e-sociedade-bce9c4x6m1ff8amjcfcv48j7y/"/>
Pois é a família o ambiente primordial em que podemos cultivar sentimentos e qualidades como a generosidade, a lealdade, o respeito, a compreensão, a amizade e a gratidão, e principalmente a valorização do esforço, do trabalho e da dedicação como instrumento para que cada uma atinja seus anseios. Se a saúde e a educação são obrigações do Estado, a promoção da proteção e da valorização da família também são desafios que devem ser enfrentados pelas políticas públicas responsáveis. Somente famílias bem-estruturadas podem dar a base necessária para que os jovens desenvolvam um arcabouço moral que lhes permita reconhecer a importância do respeito aos conceitos de convivência social, dos ideais de vida e civilidade.

Do contrário, a desagregação do seio familiar produz uma sociedade dominada pelo egoísmo, onde a lei do mais forte prevalece sobre qualquer senso de justiça e de solidariedade para com o próximo. E esses valores básicos muitas vezes são desrespeitados por aqueles que deveriam difundi-los. É o que infelizmente vemos, por exemplo, em muitos produtos culturais de massa veiculados pela televisão ou pelo cinema, onde o comportamento violento, hedonista e o prazer sem conseqüências são exaltados não só como moralmente aceitáveis, mas como algo que se deve buscar incessantemente.

Quem não tem oportunidade de crescer em uma família sólida, que possa incutir valores éticos mais elevados, acaba se tornando uma vítima fácil desse tipo de moral distorcida, onde costumes e hábitos culturais são desprezados em nome da satisfação individual imediata. Esse ambiente cria um terreno fértil para a proliferação do alcoolismo, do uso de drogas, da prostituição, das doenças sexualmente transmissíveis, da gravidez indesejada e de outros problemas que atingem principalmente os jovens e adolescentes.

É fundamental que aqueles que são responsáveis pela formulação das políticas públicas tenham em mente a importância de se proteger e defender o papel da família na construção de uma sociedade mais equilibrada e solidária. E que todos nós, nesta confraternização de final de ano, quando reunirmos nossas famílias, procuremos reservar alguns momentos para refletir sobre nossas responsabilidades no enfrentamento desse desafio.

A paz e a justiça no mundo dependem da proteção e do fortalecimento do núcleo familiar. Mas é preciso que todos assumam sua parte nessa missão. Que o espírito natalino ilumine nossos corações e mentes para que façamos deste momento não só um tempo de celebração, mas de aprendizagem e de crescimento espiritual. Que todos os brasileiros possam encontrar em suas famílias, a base de fé e esperança na construção de um mundo melhor, de um futuro mais digno, de uma humanidade mais justa e fraterna.


Fontes:
https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/natal-familia-e-sociedade-bce9c4x6m1ff8amjcfcv48j7y/" />

Natal e a convivência familiar

Natal e a convivência familiar   - Viver Com Arte e Acessórios

Natal e a convivência familiar

Com a aproximação das festividades de fim de ano, em especial do Natal, quando cristãos de todo o planeta reúnem suas famílias para comemorar a chegada do menino Jesus à Terra, renovam-se as esperanças de que a humanidade possa encontrar o caminho rumo a um mundo mais justo e uma sociedade menos desigual. Nesse sentido, é importante que aproveitemos o momento para fazer uma reflexão sobre o papel da família no enfrentamento desse desafio.

Vivemos em um tempo em que o materialismo e o individualismo exacerbado colocaram em segundo plano, valores fundamentais para a humanidade. A perda dos referenciais éticos e morais jogou nossa civilização em uma espiral de intolerância, descrença e violência, que faz muitos esquecerem de questões essenciais para a vida em sociedade, como a solidariedade e o respeito ao próximo.

Foram justamente "o amor a Deus sobre todas as coisas e o amor ao próximo", os dois principais mandamentos que Jesus deixou aos seus discípulos, e que infelizmente parecem tão desprezados em nosso tempo. Diante de um mundo onde o consumo se tornou a medida de todas as coisas, mais do que nunca precisamos resgatar o papel da família como difusora de valores éticos e morais capazes de recolocar a humanidade na direção de uma sociedade mais fraterna.

Pois é a família o ambiente primordial em que podemos cultivar sentimentos e qualidades como a generosidade, a lealdade, o respeito, a compreensão, a amizade e a gratidão, e principalmente a valorização do esforço, do trabalho e da dedicação como instrumento para que cada uma atinja seus anseios. Se a saúde e a educação são obrigações do Estado, a promoção da proteção e da valorização da família também são desafios que devem ser enfrentados pelas políticas públicas responsáveis. Somente famílias bem-estruturadas podem dar a base necessária para que os jovens desenvolvam um arcabouço moral que lhes permita reconhecer a importância do respeito aos conceitos de convivência social, dos ideais de vida e civilidade.

Do contrário, a desagregação do seio familiar produz uma sociedade dominada pelo egoísmo, onde a lei do mais forte prevalece sobre qualquer senso de justiça e de solidariedade para com o próximo. E esses valores básicos muitas vezes são desrespeitados por aqueles que deveriam difundi-los. É o que infelizmente vemos, por exemplo, em muitos produtos culturais de massa veiculados pela televisão ou pelo cinema, onde o comportamento violento, hedonista e o prazer sem conseqüências são exaltados não só como moralmente aceitáveis, mas como algo que se deve buscar incessantemente.

Quem não tem oportunidade de crescer em uma família sólida, que possa incutir valores éticos mais elevados, acaba se tornando uma vítima fácil desse tipo de moral distorcida, onde costumes e hábitos culturais são desprezados em nome da satisfação individual imediata. Esse ambiente cria um terreno fértil para a proliferação do alcoolismo, do uso de drogas, da prostituição, das doenças sexualmente transmissíveis, da gravidez indesejada e de outros problemas que atingem principalmente os jovens e adolescentes.

É fundamental que aqueles que são responsáveis pela formulação das políticas públicas tenham em mente a importância de se proteger e defender o papel da família na construção de uma sociedade mais equilibrada e solidária. E que todos nós, nesta confraternização de final de ano, quando reunirmos nossas famílias, procuremos reservar alguns momentos para refletir sobre nossas responsabilidades no enfrentamento desse desafio.

A paz e a justiça no mundo dependem da proteção e do fortalecimento do núcleo familiar. Mas é preciso que todos assumam sua parte nessa missão. Que o espírito natalino ilumine nossos corações e mentes para que façamos deste momento não só um tempo de celebração, mas de aprendizagem e de crescimento espiritual. Que todos os brasileiros possam encontrar em suas famílias, a base de fé e esperança na construção de um mundo melhor, de um futuro mais digno, de uma humanidade mais justa e fraterna.


Fontes:
https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/natal-familia-e-sociedade-bce9c4x6m1ff8amjcfcv48j7y/